Passa já um quarto se século
Passam hoje 25 anos sobre o falecimento da minha Mãe Maria Odette. Depois de muito sofrimento, o fim da sua vida também não se apresentou fácil. Vítima duma doença terrível donde nunca se sai vencedor, a minha Mãe também não o conseguiu. Acompanhei as últimas semanas de vida e tenho essa memória como um autêntico pesadelo. Só quem passa por isso compreende as minhas palavras e o sofrimento que encerram. Mas a vida é assim, duma forma ou de outra, com mais sofrimento ou menos, todos teremos que enfrentar essa linha que separa o nosso plano astral do outro, que acredito seja superior, que todos aspiramos um dia vir a ocupar. Nestes 25 anos muitas memórias ficaram e que só se perderão quando chegar a minha hora derradeira. Sempre a tenho homenageado e sempre continuarei a fazê-lo enquanto a saúde e o discernimento intelectual assim o permitir. Hoje passa um quarto de século, mas isso não significa que tenha ficado esquecida na poeira do tempo. Lá onde estiveres, que estejas em paz, minha Mãe!
P.S.: A foto que aqui trago era da juventude da minha Mãe, ainda era solteira nesta altura.


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