Monday, February 16, 2026
Sunday, February 15, 2026
Saturday, February 14, 2026
Dia de São Valentim
E aqui estamos face a mais um Dia de São Valentim mais conhecido pelo Dia dos Namorados. Aquele dia de paixões ardentes e assoberbadas. O dia de amores incontidos ou revelados. O dia do amor na sua forma mais selvagem, ingénua e pura. Este é o dia dos que se amam é comum dizer-se, mas porque não replicá-lo pelos outros dias do calendário. Se o fizéssemos talvez existissem menos amores não correspondidos, menos agressividade, menos violência doméstica, menos separações, menos infidelidades. O problema é que este dia não passa de mais um dia em que o mercantil impera: uma prenda, um jantar afrodisíaco e uma noite escaldante. E depois tudo volta ao normal, ou seja, ao desamor, à violência doméstica, ao assédio. Este é mais um daqueles dias em que o mercantil impera em vez da pureza do amor, sentimento muito nobre da Humanidade. Mas porque não celebrá-lo? Talvez faço deste dia algo que queiramos replicar nos seguintes. Porque não? Feliz dia de São Valentim!
Friday, February 13, 2026
Thursday, February 12, 2026
38 anos de memória
Passam hoje 38 anos da morte do meu Pai, Álvaro. Um andarilho do mundo, coisa que herdei dele. Esse gosto pelas viagens e pelo desconhecido. Um homem que não cuidava de animais e que passou a fazê-lo depois de ter um cão que lhe mudou o pensamento e o sentido da vida. Um homem que cruzou mundo numa época em que a vida não era de todo fácil. Mas como tantas vezes lhe ouvi dizer 'consigo tudo o que quero, mesmo que seja depois de muito esforço e quando já estou perto de desistir'. Curiosamente o mesmo se passa comigo. Trinta e oito anos é muito tempo, apenas a memória mais perene resiste. E há de continuar assim enquanto eu tiver forças e discernimento intelectual. Lá onde estiveres meu Pai, descansa em paz!
Wednesday, February 11, 2026
Descansa em paz, Pretinha!
Ela lutou muito, amparada pelo carinho e dignidade que o Bruno Ducatti proporcionou até o fim. O corpo cansou, mas o legado de amor dela é eterno. Pretinha não foi apenas uma cadela, foi um símbolo. Agora, ela e o Orelha estão juntos novamente — sem dor, sem correntes e finalmente livres.






