Tuesday, October 20, 2026
Monday, October 19, 2026
"O que se passa acima das nossas cabeças" - Elisabete da Cunha
O céu esteve sempre lá. Mas o que sabemos, de facto, sobre o que acontece acima das nossas cabeças? O Universo sempre despertou a nossa curiosidade. É quase como se, instintivamente, soubéssemos que as respostas às perguntas mais antigas se encontram lá em cima. Neste livro, Elisabete da Cunha, astrofísica e investigadora, parte da nossa vontade de saber mais para explicar, de forma clara e acessível, o que a astronomia sabe hoje sobre o Universo e sobre o lugar que nele ocupamos. Como nasceu o Universo e o que sabemos hoje sobre o big-bang? O que são, afinal, buracos negros? Porque é que as estrelas brilham e morrem? Estamos sós no Universo? Qual é o verdadeiro lugar da Terra na imensidão cósmica? A resposta a estas - e a muitas outras - perguntas está aqui. 'O que Se Passa Acima das Nossas Cabeças' é um livro essencial para todos os que querem viajar pelo Universo e compreender a sua imensidão. A autora, Elisabete Cunha é astrónoma e afirma que "Os telescópios são verdadeiras máquinas de viajar no tempo e no espaço. Quanto maior o telescópio, mais longe podemos levar a exploração. No meu trabalho, uso observações feitas pelos maiores telescópios do mundo para investigar como as galáxias como a Via Láctea se formaram, há milhares de milhões de anos. É gratificante ter um papel, mesmo que modesto, na grande aventura humana de compreender o nosso Universo! A edição é da Manuscrito Editora.
Sunday, October 18, 2026
Saturday, October 17, 2026
Intimidades reflexivas - 1980
"(...) Tudo se esquece, até mesmo os grandes amores. É o que há de triste e ao mesmo tempo de exaltante na vida. Há apenas uma certa maneira de ver as coisas, e ela surge de vez em quando. É por isso que, apesar de tudo, é bom ter tido um grande amor, uma paixão infeliz na vida. Isso constitui pelo menos um álibi para os desesperos sem razão que se apoderam de nós." - Albert Camus (1913-1960) in 'A Morte Feliz'.
Friday, October 16, 2026
Uma Vergonha!
O que se passou ontem no Porto é uma vergonha. Se já era uma vergonha as cenas ignominiosas perpetradas pela polícia, numa orgia de bastonadas que deve ter satisfeitos muitos - aqueles que apoiam os que defendem os 'três salazares' de certeza que foi assim - ainda por cima vir um presidente da Câmara e um PM dizer o que disseram, é uma ignomínia. Do PM esperamos tudo, só gostava de saber se teria o mesmo discurso se estivesse ele ou os seus familiares nessa situação. Mas, infelizmente, não tem. Por isso, a verborreia foi o que foi. Quanto ao presidente da Câmara confesso que fiquei surpreendido e desiludido. Sempre o considerei um homem de bom senso, sereno, falando sempre com propriedade. Mas ontem não foi assim. O pé resvalou para o chinelo e depois já era tarde, embora tivesse tentado emendar a mão horas depois. Tudo isto mostra que a nossa Democracia está ameaçada e é preciso que o povo mostre que não quer voltar ao passado. E aqueles que defendem os tais 'três salazares' devem ser metidos na linha. A maneira de o fazer será sempre o voto popular, porque um povo livre não pode descer ao nível da sarjeta dos defensores dos tais ' três salazares', os mesmo que invadem rádios que estão no ar, à revelia da lei. Se o fazem com esta impunidade agora, imaginem o que farão se forem poder. Abram os olhos e depressa. Uma ditadura aparece rapidamente, uma Democracia demora muito a construir. É altura de nos erguermos e mostrar que este país sereno e ordeiro, não é espaço para atitudes como as que vimos ontem no Porto protagonizadas pelos que deveriam ser os defensores do regime e da Liberdade. Pelos visto enganei-me. Enganamo-nos todos. Viva a Democracia! Viva a Liberdade!
Feliz aniversário a mim
A caminhada já vai longa. Hoje cumpre-se mais um aniversário, o 71º da minha vida e, como é habitual, não é a mim que quero chamar as atenções mas sim àquela que me colocou no mundo, a minha Mãe. Porque este também é o seu dia. O dia em que muito sofreu até que da sua vida outra vida nascesse. E isso é o que mais importa. Quero acreditar que onde ela estiver, estará seguramente a celebrar este dia com muito amor e alegria. E isso é o mais relevante neste dia. À medida que o fim da minha jornada se vai aproximando do fim, há algo que me inquieta e que será transversal a todos nós, que é o de não sabermos porque aqui viemos parar, no fundo qual a nossa missão, o nosso propósito nesta vida. Como costumo dizer, quando o vislumbrarmos já não estaremos aqui para o proclamar. Àqueles que já partiram antes de mim, não lhes foi permitido voltarem para me elucidarem sobre esta filosófica questão, e assim, o mistério continuará para sempre. Mas chegado aqui, quero sim, deixar os parabéns à minha Mãe que a 71 anos atrás fez brotar de dentro de si uma vida que tanto desejou e amou. Isso não esquecerei, face a isso sempre me curvarei. Os votos de feliz aniversário vão assim para ela, para a sua memória, e o que sobrar será para mim que de algum modo também o mereço.








