Saturday, July 25, 2026
Friday, July 24, 2026
Thursday, July 23, 2026
"Os Nossos Santos e Beatos, e Outros que Portugal adotou" - Alberto Júlio Silva
«Esta obra sobre os Santos é já, de certo modo, resposta às indicações pastorais para o Ano da Fé, dada, através da Congregação para a Doutrina da Fé, pelo Santo Padre Bento XVI às Conferências Episcopais, ao dizer: "Os Santos e os Beatos são autênticas testemunhas da fé, portanto será oportuno que as Conferências Episcopais se empenhem em difundir o conhecimento dos Santos do próprio território"» in Prefácio. Os santos permanecem para muitos como pessoas misteriosas, de cuja vida pouco ou nada se conhece. O que é certo é, que estão presentes no nosso dia-a-dia, em nomes próprios e em nomes de aldeias, ruas e praças. São patronos de paróquias. A eles se dedicaram igrejas, ermidas e capelas que perpetuam a sua memória. As festas anuais, em sua honra, tornam-se momentos de convívio social e expressões de fé que pertencem à identidade do povo português. Estes santos viveram a mesma condição humana de todos os mortais. Neste livro, o autor ilumina o lado menos conhecido destes homens e mulheres, a sua vida em nome de grandes causas da justiça, da caridade e do bem comum, e o percurso que fizeram até atingir a santidade. Por estas páginas passam os nossos santos e beatos e outros, estrangeiros, que Portugal adotou e venera com afeto. Sancha, Teresa e Mafalda, filhas de Sancho I e beatas. Santa Rita, um insigne modelo de caridade e abnegação. Santo António de Lisboa, o mais universal dos santos portugueses, Francisco e Jacinta Marto, beatos, videntes de Fátima. O imperador Carlos I de Áustria, um político patriota que ascende aos altares. Sobre o autor, Alberto Júlio Silva, nasceu em São Miguel de Poiares, Peso da Régua em 1946. Em 2012, publicou 'Os Nossos Santos e Beatos, e Outros que Portugal adotou', também na Esfera dos Livros. Em 1994, publicou a ficção literária 'Silêncio do Lado de Lá'. A edição é da Esfera dos Livros. Um livro a merecer uma atenção minuciosa pelo interesse que encerra.
Wednesday, July 22, 2026
Tuesday, July 21, 2026
Rosita a impostora
A Rosita para além de ser uma oportunista, é uma verdadeira impostora. Quando está frio e chuva é vê-la a procurar o aconchego da casa e do infalível colo. Torna-se uma verdadeira mimalha dengosa. Agora é o contrário. Não quer ficar em casa, vem comer à pressa e sempre a olhar para a porta com medo que a retenhamos cá dentro. Logo que come é vê-la a fugir para o jardim. Mas como passa as noites fora, já nem o jardim lhe basta. Vagueia pelas casas dos vizinhos. Tem privilegiado um vizinho que está a construir uma piscina nas traseiras da nossa casa. Ela passa lá a vida, qual engenheira da obra, a ver se tudo está como ela quer e aproveita para ir deixando a sua marca no percurso. Deve ser para marcar as zonas vistoriadas. Não nos liga nada, só se lembra de nós quando chega a hora das refeições. Sempre desconfiada não vá ficar cá aprisionada. Uma verdadeira impostora. Com a irmã ou sozinha ela lá anda nas suas voltas noturnas sempre a fugir dos outros que lhe batem. Mas quando chegar o frio e a chuva vamos a ver se lhe abrimos a porta ou se a deixamos do lado de fora. Uma impostora e oportunista como ela não merece nada. Só nos dá preocupações, sobretudo quando durante a noite ouvimos os gatos a desafiarem-se e logo pensamos nela. Gostamos muito da Rosita mas estamos a ficar fartos de sermos explorados por ela. Temos que lhe fazer sentir que não estamos a gostar do seu comportamento. E a hora chegou!
Monday, July 20, 2026
Sunday, July 19, 2026
Não temo a solidão...
"Não temo a solidão escolhida. Não temo o jejum sexual. O que temo é a dependência emocional. Assusta-me pensar em partilhar a minha vida com alguém alojado de forma doentia na minha mente e no meu coração, alguém que organiza a minha vida à volta dos seus gostos, caprichos e inquietações pessoais. Temo os ciúmes desmedidos, as infidelidades e a indiferença. Aterroriza-me perder as minhas asas, a minha autoestima, o meu poder de decisão e não poder lutar pelos meus próprios sonhos. Uma relação sem cumplicidade, sem compromisso e sem empatia comum está destinada ao fracasso mais absoluto."
Walter Riso 






