Turma Formadores Certform 66

Saturday, May 09, 2026

"O Cão que Seguia as Estrelas" - Anna Sólyom

Baseado numa história real: o poder da lealdade contado de forma inédita. Ingrid leva uma vida tranquila com Roshi, o seu adorável golden retriever. Depois de anos sem sair da sua cidade natal, no Colorado, aceita o convite do irmão para celebrar o 4 de Julho na Virgínia. Lá, Roshi assusta-se com o fogo de artifício, o que, juntamente com a perseguição de uma matilha, o levará inevitavelmente a perder-se. Desolada, Ingrid vê-se obrigada a regressar ao Colorado sem ele. Mas Roshi não desiste e parte numa odisseia por vários estados para regressar a casa. Na sua longa viagem, Roshi fará jus ao seu nome, que designa o abade de um mosteiro zen, atuando como mestre inspirador nas várias casas por onde passa. E, enquanto procura o caminho de regresso, será adotado por diferentes famílias e almas solitárias, cujas vidas mudará com a sua incrível inteligência e bondade. Onde terminará a viagem de Roshi? Sobre a autora, nascida em Budapeste e a viver em Barcelona, Anna Sólyom é licenciada em Filosofia e trabalha como terapeuta. É autora de PillowsophiaPequenas Magias para Todos os Dias e Reconecta Con Tu Cuerpo. A edição é da Marcador.

Friday, May 08, 2026

O dia...

"O dia em que você perde alguém não é o pior dia, o pior são todos os outros dias em que eles permanecem mortos."

Sidney Newnan

Thursday, May 07, 2026

Intimidades reflexivas - 1966

"Um dos preconceitos mais conhecidos e mais espalhados consiste em crer que cada homem possui como sua propriedade certas qualidades definidas, que há homens bons ou maus, inteligentes ou estúpidos, enérgicos ou apáticos, e assim por diante. Os homens não são feitos assim. Podemos dizer que determinado homem se mostra mais frequentemente bom do que mau, mais frequentemente inteligente do que estúpido, mais frequentemente enérgico do que apático, ou inversamente; mas seria falso afirmar de um homem que é bom ou inteligente, e de outro que é mau ou estúpido. No entanto, é assim que os julgamos. Pois isso é falso. Os homens parecem-se com os rios: todos são feitos dos mesmos elementos, mas ora são estreitos, ora rápidos, ora largos, ora plácidos, claros ou frios, turvos ou tépidos." - Leon Tolstói (1828-1910) in 'Ressurreição'.


Wednesday, May 06, 2026

A Terra...

A Terra não nos pertence; pertencemos à Terra. Leve apenas memórias, não deixe nada além de pegadas.

Chief Seattle

Tuesday, May 05, 2026

Dê amor a um cão...

"Dê amor a um cão e ele retribuirá cem vezes mais. Só os animais são capazes de amar sem segundas intenções. Com as pessoas é diferente; há sempre algum cálculo envolvido que contamina tudo."

Solène Bakowski

Monday, May 04, 2026

"Aforismos" - Karl Kraus

Inicialmente publicados em pequenas sérias na Fackel e depois reunidos pelo próprio em três livros, 'Aforismos' constitui a quinta-essência do pensamento de Karl Kraus sobre a natureza e a sociedade, eros e arte, língua e literatura, dando aos leitores, ao mesmo tempo, uma impressão nítida do virtuosismo da sua prosa altamente condensada. Na história do género, os seus aforismos ocupam um lugar de destaque, graças à originalidade e agressividade dos seus pensamentos e à tensão e à energia da sua elaboração linguística. O que Goethe disse de Lichtenberg — «onde ele faz uma brincadeira, espreita um problema» — também se aplica a Kraus. Mas a afirmação contrária é igualmente válida: Será difícil nomearmos um problema que Kraus não tenha resolvido no humor de um aforismo. «A imprensa devastará o que a sífilis deixou. As causas dos amolecimentos cerebrais do futuro já não poderão ser determinadas com segurança.» Sobre o autor, Karl Kraus nasceu em 28 de abril de 1874, em Gitschin, e morreu em 12 de junho de 1936, em Viena. Autor votado à mordacidade e à controvérsia, fundou a revista 'Die Fackel', onde durante quase quarenta anos foi praticamente o único redator. Este é um livro muito interessante que recomendo vivamente, sobretudo porque se ajusta bem aos tempos que correm. A edição é da VS. Editor.

Sunday, May 03, 2026

Dia da Mãe

Celebra-se hoje mais um Dia da Mãe. Começamos a estar com o calendário repleto de dias disto e daquilo, este é mais um exemplo disso mesmo. Quando era jovem o Dia da Mãe celebrava-se a 8 Outubro e não em Maio. Esta foi mais uma alteração que o calendário nos trouxe. Mas não preciso deste dia ou doutro qualquer, com um qualquer nome, para celebrar a minha Mãe. Ela já há muito que partiu, e esta celebração não é mais do que o celebrar duma memória que vai enchendo cada vez mais a minha galeria de ausentes. Mas como dizia, não preciso deste dia para celebrar a memória da minha Mãe que está presente em todos os dias da minha vida, dedicando-lhe o amor que ela sempre teve por mim quando palmilhou este plano astral. Com o simbolismo, com a intensidade que está muito para além dum dia comemorativo. Só temos a verdadeira dimensão da Mãe quando a perdemos e sentimos o vazio que daí advém. Daí o afirmar que, a todos os que ainda a têm junto de si, que a celebrem antes que esta se transforme numa memória. A ti minha Mãe, desejo-te um feliz Dia da Mãe lá onde estiveres. Sabes que dia da Mãe são todos para mim. Descansa em paz!