Turma Formadores Certform 66

Sunday, October 11, 2026

Que se passa com a Rosita?

Começava a ser normal que nos dias mais quentes a Rosita não quisesse ficar dentro de casa, ainda por cima, com a irmã Maria por perto a incentivá-la à brincadeira. Mas quando as noites ficavam mais frias, a Rosita passava a noite dentro de casa, já para não falar nos dias em que a chuva caía. Para minha surpresa, quando à dias as noites arrefeceram um pouco mais a Rosita ficou cá dentro mas nunca perto de mim como anteriormente. Um comportamento estranho face ao que antes tinha. Nos dias em que choveu e até trovejou, a Rosita ficou abrigada no jardim, num dos muitos espaços cobertos onde sempre tem comida e água. Não quis vir para dentro por mais que a chamássemos. Nestes últimos dias, ela simplesmente desapareceu. Dou-lhe de comer no jardim por volta das 18 horas e de seguida ela desaparece não sei para onde vai, esteja ou não, na companhia da irmã. Não vem comer a casa como anteriormente, só o faz esporadicamente e sempre a olhar para ver se fechamos a porta e ela fica presa cá dentro. Mesmo ao pequeno almoço onde vinha pedir sempre um pouco de queijo e fiambre que compramos exclusivamente para ela, Acaba de comer e sai a correr como uma bala. Temos dificuldade em compreender este comportamento recente. Sempre a acarinhamos, tendo até dormido connosco muitas e muitas vezes. Veremos quando o frio apertar se ela continuará a manter esta atitude que nos está a deixar tristes face ao amor que lhe temos, embora não sejamos os seus donos. Seja como for já fui percebendo que os gatos têm as suas manias, algo a que me custa habituar, que sempre tive cães. Mas confesso que ando preocupado sem saber bem o que fazer. Manias de gatos, talvez. Manias a que nuca me habituarei.

Saturday, October 10, 2026

Da situação do país à novela mexicana CR7

Desde o início da semana que temos assistido a esta novela mexicana em torno de CR7. Melhor diria da marca CR7 que já transcendeu a própria pessoa. E se o futebol é coisa que não preenche os meus interesses não deixei de acompanhar o que se estava a passar. Nem que quisesse seria difícil. Foi ver o Jornal da Tarde e o da Noite da RTP1 para que fiquemos elucidados. Abrem com a notícia da birra do dito e por aí andam a falar com este e com aquele durante 40 minutos (!) como se não houvesse mais nada para dizer. Quem assistiu a isto deve ter pensado que a guerra da Ucrânia já tinha acabado, que Trump e os seus desmandos nunca tinham existido, que a crise da habitação era uma maledicência da oposição porque não existe, que a inflação voltou para zero, enfim, que todos vivemos num paraíso. Mas não é assim e a realidade força-nos a fixar bem os pés na terra. E isto é tão mais grave porque é veiculado pelo canal público pago por todos nós. Neste últimos dias o país deixou de existir e ponto final. O senhor primeiro ministro julgo que foi logo pressuroso telefonar aos personagem da novela mexicana dando a entender que parece que o país não tem mais nenhuns problemas que o afligem. Tive pena que o Dr. Montenegro não tivesse telefonado aos inquilinos que não têm dinheiro para pagar as rendas que senhorios gananciosos lhe impõem, não me lembra de ter ouvido falar que ele telefonou aos utentes sem médico de família que vão de madrugada para os centros de saúde ou que teria telefonado aos cidadãos com uma solução para os aumentos dos combustíveis que nos esmagam. Não me recordo, mas se calhar sou eu que ando desatento. Já agora, senhor PM uma palavrinha aos seus concidadãos sobre o constante aumento do cabaz alimentar até lhe ficasse bem. Mas não, o futebol é mais importante com os seus mexericos de prima-donas que por terem fortunas merecem uma atenção do Estado que os restantes cidadãos não têm. Afinal eu que julgava que vivia num país evoluído e vejo tudo isto que devo pensar? A resposta está na mão de todos nós. Não basta dizer mal disto e daquilo, mas se todos valemos menos que o futebol e todas as prima-donas a resposta é simples, no próximo jogo da seleção ninguém aparecia. O estádio vazio talvez fizesse acordar as consciências de alguns para os reais problemas do país e como estamos fartos disto. Fica a nota para quem quiser. Por mim estejam descansados nunca dei um cêntimo para esses carnavais e não o farei no futuro. Talvez possa repensar a situação se for convidado para atuar na novela mexicana com caché a preceito. Quem sabe!

Friday, October 09, 2026

Seja gentil...

Seja gentil com todos os seres vivos.

Esta é a verdadeira religião.

Buda

Thursday, October 08, 2026

O caminho...

O caminho para a felicidade é:

Mantenha seu coração livre de ódio
Sua mente livre de preocupação
Viva simplesmente, dê muito
Preencha sua vida com amor
Faça aos outros o que gostaria que fizessem a você.

O Buda

Wednesday, October 07, 2026

Mentes fortes...

"Mentes fortes discutem ideias, mentes medíocres discutem eventos, mentes fracas discutem pessoas."

Sócrates

Tuesday, October 06, 2026

Aquele...

“Aquele que vive em segredo, vive em paz.”

Ovídio

Monday, October 05, 2026

Viva a República!

Passam hoje 116 anos sobre a implantação da República em 1910. Era então, o corolário duma monarquia desgastada, ultrapassada, fechada sobre si mesma, já nada dizendo ao povo que governava. Daí à revolução foi um ápice. Nem tudo correu bem, naturalmente. Nunca nada corre totalmente bem quando uma revolução começa. Diz-se que as revoluções devoram os seus próprios filhos, e isso foi o que aconteceu aos republicanos. Mas nessa altura, neste dia e na noite que o antecedeu, ninguém pensava nisso. No início do século XX, Portugal acabou por estar nos movimentos mais vanguardista da época, era então uma das primeiras repúblicas emergentes. Tempos difíceis haveria de sobrevir, desde logo, um conflito mundial quatro anos depois. E isso foi um dos primeiros abanões que agitou os alicerces ainda frágeis da jovem República. Não foi o único mas seguramente foi um dos mais relevantes. Depois a História lá foi compilando registos, mas agora e aqui, o que interessa é celebrar o aniversário da República e daqueles sonhadores que um dia idealizaram um Portugal bem diferente do que aquele que existia. Passados 116 anos é evidente que valeu a pena. Viva a República!