Sunday, May 10, 2026
Saturday, May 09, 2026
"O Cão que Seguia as Estrelas" - Anna Sólyom
Baseado numa história real: o poder da lealdade contado de forma inédita. Ingrid leva uma vida tranquila com Roshi, o seu adorável golden retriever. Depois de anos sem sair da sua cidade natal, no Colorado, aceita o convite do irmão para celebrar o 4 de Julho na Virgínia. Lá, Roshi assusta-se com o fogo de artifício, o que, juntamente com a perseguição de uma matilha, o levará inevitavelmente a perder-se. Desolada, Ingrid vê-se obrigada a regressar ao Colorado sem ele. Mas Roshi não desiste e parte numa odisseia por vários estados para regressar a casa. Na sua longa viagem, Roshi fará jus ao seu nome, que designa o abade de um mosteiro zen, atuando como mestre inspirador nas várias casas por onde passa. E, enquanto procura o caminho de regresso, será adotado por diferentes famílias e almas solitárias, cujas vidas mudará com a sua incrível inteligência e bondade. Onde terminará a viagem de Roshi? Sobre a autora, nascida em Budapeste e a viver em Barcelona, Anna Sólyom é licenciada em Filosofia e trabalha como terapeuta. É autora de Pillowsophia, Pequenas Magias para Todos os Dias e Reconecta Con Tu Cuerpo. A edição é da Marcador.
Friday, May 08, 2026
Thursday, May 07, 2026
Intimidades reflexivas - 1966
"Um dos preconceitos mais conhecidos e mais espalhados consiste em crer que cada homem possui como sua propriedade certas qualidades definidas, que há homens bons ou maus, inteligentes ou estúpidos, enérgicos ou apáticos, e assim por diante. Os homens não são feitos assim. Podemos dizer que determinado homem se mostra mais frequentemente bom do que mau, mais frequentemente inteligente do que estúpido, mais frequentemente enérgico do que apático, ou inversamente; mas seria falso afirmar de um homem que é bom ou inteligente, e de outro que é mau ou estúpido. No entanto, é assim que os julgamos. Pois isso é falso. Os homens parecem-se com os rios: todos são feitos dos mesmos elementos, mas ora são estreitos, ora rápidos, ora largos, ora plácidos, claros ou frios, turvos ou tépidos." - Leon Tolstói (1828-1910) in 'Ressurreição'.
Wednesday, May 06, 2026
Tuesday, May 05, 2026
Monday, May 04, 2026
"Aforismos" - Karl Kraus
Inicialmente publicados em pequenas sérias na Fackel e depois reunidos pelo próprio em três livros, 'Aforismos' constitui a quinta-essência do pensamento de Karl Kraus sobre a natureza e a sociedade, eros e arte, língua e literatura, dando aos leitores, ao mesmo tempo, uma impressão nítida do virtuosismo da sua prosa altamente condensada. Na história do género, os seus aforismos ocupam um lugar de destaque, graças à originalidade e agressividade dos seus pensamentos e à tensão e à energia da sua elaboração linguística. O que Goethe disse de Lichtenberg — «onde ele faz uma brincadeira, espreita um problema» — também se aplica a Kraus. Mas a afirmação contrária é igualmente válida: Será difícil nomearmos um problema que Kraus não tenha resolvido no humor de um aforismo. «A imprensa devastará o que a sífilis deixou. As causas dos amolecimentos cerebrais do futuro já não poderão ser determinadas com segurança.» Sobre o autor, Karl Kraus nasceu em 28 de abril de 1874, em Gitschin, e morreu em 12 de junho de 1936, em Viena. Autor votado à mordacidade e à controvérsia, fundou a revista 'Die Fackel', onde durante quase quarenta anos foi praticamente o único redator. Este é um livro muito interessante que recomendo vivamente, sobretudo porque se ajusta bem aos tempos que correm. A edição é da VS. Editor.






